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Por que o motor flex fica mais áspero e ruidoso com álcool?

por que o motor flex fica mais áspero e ruidoso com álcool

Desde o lançamento da tecnologia bicombustível de motores de combustão interna em 2003 – uma preferência típica tupiniquim – muitas dúvidas surgem e ressurgem e há opiniões divergentes sobre sua eficácia. De qualquer modo, os propulsores que funcionam com álcool e/ou gasolina vieram para ficar.

Os motoristas mais atentos já perceberam que há diferenças sensíveis no funcionamento do motor ao alternar o tipo de combustível, tanto em performance quanto em suavidade de funcionamento.

O segundo é o tema deste artigo e dúvida de muitos motoristas: por que o funcionamento do motor flexível é mais áspero e ruidoso com o uso do etanol em relação à gasolina?

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“Kit padaria”: a receita mais simples para aumentar a potência do seu motor

kit padaria chip de potência

Este simples componente eletrônico permite aumentos de potência e torque muito expressivos, especialmente para motores sobrealimentados.

Muitos entusiastas desejam aumentar os números de potência e torque dos motores de seus automóveis. A primeira modificação que vem à mente consiste na instalação de um turbocompressor, naturalmente.

Por outro lado, a peça custa muito caro e sua instalação se mostra complexa e demorada, pois uma boa preparação exige a troca de diversas partes do motor para seu adequado rendimento. Sem contar as constantes quebras e dificuldades de utilização do veículo no dia-a-dia.

Visando à solução destes inconvenientes, empresas especializadas em preparação de motores desenvolveram uma solução simples, de fácil instalação, relativamente barata, a qual dispensa a necessidade de modificações mecânicas e pode ser facilmente revertida: o chip de potência ou “kit padaria”.

Descubra se ele serve para você.

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Como fazer seu carro andar mais e consumir menos sem gastar um centavo

como fazer seu carro andar mais e consumir menos sem gastar um centavo

O título deste artigo parece uma chamada de marketing de algum produto automotivo que promete milagres, mas entrega resultados nulos ou muito aquém do esperado.

Nada disso.

Estas práticas descritas abaixo são consagradas e aplicadas em competições desde tempos imemoriais. E você pode usar no seu carro com excelentes resultados. Sem gastar um centavo. 

Leia abaixo e veja que não tem segredo.

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diferença motor 1000 1.0 1600 1.6

Qual a diferença do motor 1000 para o 1.0?

 

Um dos posts mais lidos desta página é o Mecânica sem segredo: qual a diferença do motor 1.0 para o 1.6? Após ler este post, outra dúvida muito frequente é sobre a diferença do motor 1000 para o 1.0. Ou do 1300 para o 1.6. A diferença é muito simples:

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Os carros que ganharam apelidos carinhosos

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Simca Chambord, apelidado de Belo Antônio

A criatividade e o senso de humor são marcas registradas do brasileiro. Atribuir apelidos sempre foi uma constante na vida de todos nós, principalmente entre os homens.

Os automóveis também não poderiam escapar, como o Simca Chambord (1958-1867) da foto acima, apelidado de Belo Antônio. O sujeito em questão foi personagem de um filme muito popular nos anos 60, o qual era um rapaz boa-pinta e bastante popular entre as mulheres, mas sofria de impotência sexual, moléstia sem solução à época. A comparação com o sedã da marca francesa se estabelecia na parca potência do motor 2.4, de apenas 100 cv e 15,5 kgm.m de torque, claramente insuficientes para dar boa propulsão ao modelo de belas linhas.

Este é um exemplo de como a mente imaginativa do brasileiro gerou dezenas de apelidos para modelos de todas as épocas. Em casos extremos, o apelido acaba sendo mais famoso que o nome original.  Confira mais alguns:

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Lembranças automotivas da minha infância, conclusões finais

Na parte 1 desta série de posts, falei sobre o mercado de veículos dos anos 80 e 90, do oligopólio das quatro grandes (VW, GM, Fiat e Ford) e da falta de opções de compra. (Confira aqui a parte 1).

Na segunda matéria, a pauta foi finanças e economia automotivas, contextualizados com o cenário econômico dificílimo daqueles tempos, com baixo crescimento econômico e hiperinflação, assim como todo o desdobramentos para os consumidores. (Confira aqui a parte 2).

No post 3, os aspectos de segurança e costumes dos motoristas daqueles tempos foram abordados, em comparação com os atuais.(Confira aqui a parte 3).

O post seguinte trata de questões técnicas dos automóveis de trinta anos atrás, no que concerne à dirigibilidade, conforto, estabilidade, performance, ruído e emissões e como era o ato de dirigir naqueles tempos. (Confira aqui a parte 4).

A penúltima matéria aborda as condições das ruas e estradas àquele tempo, detalhando a evolução ao longo das décadas e futuras necessidades. (Confira aqui a parte 5).

Em poucas décadas, a evolução da indústria automobilística se mostrou brutal, e muito mais ainda nos espera. O escopo desta série de posts residiu em expor todos os aspectos positivos e negativos daqueles que possuíam e/ou trafegavam de carro nos anos 80 e 90. Para os mais velhos relembrarem, e os mais novos compreenderem como todo o processo de desenrolou. Espero que tenham gostado.