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O que significa a sigla 200 TSI do novo Polo?

o que significa o 200 TSI do novo polo

Há pouquíssimo tempo, a onda do downsizing passou a avançar a passos largos. Em breve, os motores sobrealimentados dominarão o mercado, competindo com os híbridos e elétricos.

Para o consumidor comum, a associação entre deslocamento e performance – os números 1.0, 1.6, 2.0, 3.5, etc – para descrever os motores,  se mostrava bastante direta: quanto maior, melhor o desempenho e maior o consumo de combustível.

O ditado gearhead que diz “cavalo anda, cavalo bebe”, e a célebre frase do preparador Caroll Shelby “there´s no replacement for displacement” (em tradução livre, “não há substituição para o deslocamento”), ficaram obsoletas com o avanço tecnológico.

De todas as marcas, o Grupo Volkswagen se posicionou como o pioneiro na aplicação intensiva do turbocompressor, desde o lendário Audi Quattro no início dos anos 80. As linhas europeias de VW e Audi aboliram os motores aspirados há alguns anos. No Brasil, o novo Polo ganhará as ruas em breve, com duas opções de conjunto motriz: a 1.6 MSI de 120 cv e a 1.0 TSI de 128 cv.

Em terras tupiniquins, a tecnologia do caracol mágico começou a ganhar impulso apenas nos últimos cinco anos. Por isso, o consumidor ainda se apega aos números de “cilindrada”, vendo o 1.6 sempre como mais potente em relação ao “mil”. Então, a marca alemã se viu em um dilema: como provar para o consumidor que o motor 1.0 é mais potente que o 1.6?

Os engenheiros e marqueteiros de Wolfsburg e da Anchieta encontraram uma solução inusitada e genial: batizar os motores de 160 MSI e 200 TSI. Mas o que significa isso?

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Por que motores turbo andam mais que aspirados de mesma potência?

por que motores turbo andam mais que aspirados de mesma potência

Cruze, com motor 1.4 turbo, dá um banho de desempenho no Civic e Corolla, 2.0 aspirados de mesma potência. Foto: Quatro Rodas

Desde meados dos anos 80, o turbocompressor começou a ganhar espaço na indústria automotiva, com a “era turbo” na Fórmula 1. A tecnologia das pistas, capaz de projetar motores de inacreditáveis 1.300 cavalos, começou a chegar paulatinamente aos carros de rua, sendo a Ferrari F40 a mais icônica.

No final dos anos 90, marcas como Audi, Volvo e Volkswagen já ofereciam modelos regulares em larga escala, apesar da tecnologia ainda ter sua imagem associada apenas à performance. Na última década, os motores sobrealimentados têm se tornado a regra e dominaram os mercados desenvolvidos, em particular o europeu.

No Brasil, os motores turbo avançam rapidamente, apesar do atraso em relação ao primeiro mundo. Modelos compactos já oferecem esta opção de motorização, ao passo em que passa a ser a regra entre os médios e grandes, condenando os  modelos aspirados ao atraso e obsolescência na faixa acima de R$ 60 mil.

Motores 1.0 turbo entregam números de potência similares a outros 1.6 aspirados, e torque superior. No caso das unidades 1.4 sobrealimentadas, esta equivale a outras 2.0 sem sobrealimentação.

Este comparativo da Quatro Rodas entre Corolla, Civic e Cruze mostra a clara superioridade de desempenho dos motores turbinados, mesmo entregando números de potência bastante parecidos. Para constatá-la, vamos aos números obtidos pela Quatro Rodas:

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Aprenda a ler as medidas de rodas e pneus

aprenda a ler as medidas de rodas e pneus

Quando um consumidor visita uma loja de carros novos ou usados e se interessa por um modelo, normalmente deseja saber mais sobre ele. Quando o assunto consiste no conjunto roda/pneu, a maioria se limita a perguntar o aro da roda e/ou tala do pneu, quando muito.

Os aficionados por modificações, os quais trocam rodas e pneus com regularidade, já se mostram conhecedores de tudo o que diz respeito a eles. Abaixo, estão listados todas as medidas que você precisa saber:

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Desvendando a ficha técnica: conheça as principais unidades de medida

sistemas de unidades métrico inglês e internacional

As unidades de medida seguem três sistemas: métrico, internacional e inglês. O primeiro é utilizado na maior parte do mundo, inclusive no Brasil.

O sistema internacional tem maior aplicabilidade para engenheiros de desenvolvimento automotivo, com foco na padronização de projetos globais. Apresenta pequenas mudanças em relação ao sistema métrico e suas diferenças são desconhecidas da maioria dos motoristas.

O sistema inglês ou real é o vigente nos países de colonização britânica, como o próprio nome já diz. Apresenta mudanças drásticas em relação aos outros dois, como…

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Centro de gravidade: por que SUV´s capotam mais que automóveis

centro de gravidade civic hr-v

Foto comparando o centro de gravidade dos Honda HR-V e Civic, bem mais alto no primeiro

Continuando a série Ficha Técnica, chegou a vez de falar do centro de gravidade dos veículos, um conceito tão importante que eu me arisco a dizer que ninguém deveria dirigir um automóvel sem compreendê-lo. Especialmente se for um SUV.

Utilitários esportivos como Honda HR-V e Jeep Renegade ganham mercado a passos largos em nosso país. Infelizmente, nossas autoescolas passam ao largo de um conteúdo tão simples como importante para que nossos motoristas aproveitem melhor as vantagens desse tipo de veículo ou escolham outro mais adequado ao seu perfil.

Para isso, entender o conceito do centro de gravidade se mostra fundamental, dada a sua simplicidade. Esta matéria não deixará dúvidas.

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Por que dois carros podem ter mesma potência com “cilindradas” diferentes?

mesma potência cilindradas diferentes

O leitor Marcelo enviou ao Educação Automotiva a dúvida abaixo, a qual contém um conceito muito importante sobre números de potência e torque dos motores:

O Corsa 2011 1.0 e o Peugeot 207 2011 1.4 possuem 83 cv, descrito no documento dos dois carros. Como explicar a mesma potencia com cilindradas diferentes?

Resposta do EA

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O que são as bitolas de um carro?

bitolas do carro largura entre as rodas

As cotas em vermelho representam as bitolas do carro. Créditos da foto: sugarriverracing

A bitola de um automóvel exerce uma considerável influência em seu comportamento, assim como a distância entre eixos, explicada no post anterior (leia aqui).

Toda a performance depende de suas características técnicas, das quais precisamos para compreender o porquê de um modelo popular rodar com grande economia, ao mesmo tempo em que sofre com buracos; um utilitário esportivo o qual entrega ótimo desempenho no fora-de-estrada, mas fica mais sujeito a capotamentos; a razão pela qual um monoposto de Fórmula 1 impõe supremacia aos concorrentes na maior parte do tempo, mas perde de um carro de equipe pequena em pistas lentas.

O post de hoje explica o que são as bitolas de um automóvel, um termo cuja origem provém dos trens e possui o mesmo significado.

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