Arquivo da categoria: Educação Automotiva

Você sabe a quantidade de poluentes que seu carro emite?

você sabe a quantidade de poluentes que seu carro emite?

A cultura automotiva europeia se encontra em estágio bastante avançado em relação à brasileira, especialmente no que concerne à segurança veicular e emissão de poluentes. Por lá, todos os consumidores pesquisam e comparam as notas de crash tests e quantidade de poluentes emitidos pelo automóvel a ser adquirido.

Maus resultados levam à retirada de produtos do mercado e sérios danos à imagem dos fabricantes, a exemplo do dieselgate nos EUA.

No Brasil, a conscientização sobre as notas de segurança começa a avançar lentamente, como mostra a repercussão da nota zero recebida pelo Chevrolet Onix no impacto lateral do teste efetuado pela LatinNCAP, especialmente entre os gearheads.

Por outro lado, grande parte dos apaixonados por carros e motos desconhecem a unidade de medida de emissões, assim como os principais gases poluentes emitidos por motores a gasolina ou diesel.

O movimento ambientalista cresce a passos largos, mas pouquíssimos de seus defensores conhecem a quantidade de poluentes que seus veículos emitem na atmosfera. Tampouco, sabem qual é sua unidade de medida mais conhecida.

Posto isso, pergunto aos principais formadores de opinião sobre carros e meio ambiente, os autoentusiastas e ambientalistas:

VOCÊ SABE QUANTO O SEU CARRO OU MOTO EMITE DE GASES POLUENTES?

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Colocar aerofólio e saias no carro melhora a aerodinâmica?

body_kit_feio

Muitos apaixonados por carros gostam de melhorar a aparência e performance de seu veículo. Ou pelo menos deixá-lo mais bonito. Principalmente se for um modelo popular, encontrado aos milhares nas ruas. Seu dono deseja ter um exemplar único com pouco investimento. Os proprietários de exemplares mais caros, com orçamentos de cinco dígitos, buscam aprimoramentos mais expressivos de performance e design.

Isso posto, uma das primeiras alterações a ser cogitadas consiste na instalação de body kits completos, com aerofólios, saias dianteiras, traseiras, laterais e outros apêndices aerodinâmicos. O resultado estético varia conforme o gosto do dono, como mostra a foto acima. Mas instalá-los melhora mesmo a aerodinâmica?

Precisamos avaliar caso a caso, conforme as variáveis abaixo:

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Como ajustar corretamente o banco do motorista

aprenda a regular o banco do motorista corretamente

Grande parte dos motoristas considera o ato de dirigir como algo extremamente desgastante e penoso. Atribuem a causas externas, como o trânsito, a má conservação das vias e o comportamento de outros motoristas, tamanho sofrimento ao conduzir veículos.

Por outro lado, não percebem que algumas causas de tamanho estresse advêm de atitudes pessoais. Tampouco compreendem porquê outros motoristas chegam descansados após longas viagens e se colocam a curtir imediatamente, situação na qual eles terminariam em farrapos e necessitariam de várias horas para se recuperar. Qual o segredo?

Dentre tantos, pode-se afirmar que o fator mais importante consiste na regulagem correta do banco do motorista. Veja como fazê-lo nos tópicos abaixo, os quais detalharão cada uma em separado.

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Por que pneus de aro maior duram mais?

por que pneus maiores duram mais? rodas maiores

Poucos anos atrás, a esmagadora maioria dos carros vendidos no Brasil eram equipados com rodas pequenas, raramente maiores que 14 polegadas. Mesmo modelos caros como Chevrolet Monza ou Volkswagen Santana tiveram versões com medidas de 13″, como nos modelos de entrada. Conjuntos com aros de 15″ ou maiores eram exclusividade de modelos de luxo.

Um dos efeitos colaterais positivos consiste na maior durabilidade do conjunto. A explicação óbvia e imediata consiste no fato de o pneu maior precisar girar menos vezes para percorrer a mesma distância em relação a outro de aro menor.

Apesar de correta, existem diversos fatores mais importantes para compreender com profundidade sobre a durabilidade dos pneus além desta explicação nas linhas abaixo.

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A verdade sobre os “carros de garagem”

carro não foi feito para ficar parado

O senso comum afirma que carros com pouco uso e baixa quilometragem costumam ser as melhores compras no mercado de seminovos e usados.

Os exemplares descritos como “carro de garagem” em anúncios em sites de compra e venda, sobre os quais os proprietários declaram que o veículo roda com frequências como “duas vezes por mês” ou “uma vez por semana” se mostram mesmo uma grande vantagem?

Adquirir automóveis os quais permanecem a maior parte do tempo parados são, de fato, boas compras? Ou apenas um mito criado pelo mercado?

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Taxa de compressão e sua influência na performance

taxa de compressão pmi pms

Em 2003, os motores com tecnologia bicombustível surgiram no mercado brasileiro com o VW Gol 1.6 Total Flex, o primeiro modelo a ser lançado comercialmente após dez anos de testes, em conjunto com a fornecedora Magnetti Marelli.

Após este marco de desenvolvimento, a esmagadora maioria dos veículos vendidos no Brasil empregam este recurso tecnológico, mesmo que haja rejeição por parte considerável do público.

Desde então, os motoristas quebram a cabeça fazendo cálculos para descobrir qual combustível permite rodar gastando menos: álcool ou gasolina. Geralmente baseados em aproximações como o álcool passa a ser vantajoso se custar menos de 70% do preço da gasolina.

Sinto muito informar, mas não é possível saber com precisão se o seu veículo funciona melhor com um ou outro, pois cada carro possui seu quociente próprio do preço do álcool/gasolina baseado em suas características de projeto.

Para compreender melhor, é necessário compreender um conceito técnico denominado TAXA DE COMPRESSÃO para não desperdiçar dinheiro. Este é o tema desse post.

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Carros com estepe na tampa traseira: por que evitar

VW CrossFox e Citroën Aircross possuem estepe fixado à tampa traseira

Os SUV´s e veículos de proposta aventureira ganham cada vez mais espaço no mercado brasileiro e mundial. Seu design se inspira nos jipes e utilitários antigos, os quais tinham seus estepes fixados na parte externa do veículo, como o intuito de facilitar as trocas e liberar espaço no interior do veículo, posto que os pneus sofriam avarias com mais frequência antigamente.

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