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Compra da Opel pela PSA: isso é bom ou ruim para o consumidor brasileiro?

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A venda das marcas Opel e Vauxhall – os braços alemão e britânico da General Motors, respectivamente – para o Grupo PSA, união das francesas Peugeot e Citroën, causou furor no mercado automotivo.

Fusões e aquisições entre gigantes do setor ocorrem de tempos em tempos, com cases de sucesso como a união de Volkswagen e Porsche – e outros não vingaram, como a fusão da Mercedes-Benz e Chrysler e a fatídica Autolatina, joint venture da Volkswagen e Ford para mercados latino-americanos, encerrada em 1996.

As perguntas que não querem calar são as seguintes: a venda da Opel/Vauxhall pela GM para o grupo PSA Peugeot Citroën vai dar certo? E para nós brasileiros, vai ser bom ou ruim?

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Chevrolet Brasil: motores Família I e as viúvas da Opel

 

A General Motors ruma para fechar 2016 como líder absoluta de vendas no Brasil. A estratégia da montadora nos últimos anos tem focado em produtos específicos para mercados emergentes, abandonando a antiga política de trazer os projetos da sua filial alemã, a Opel.

Apesar do sucesso da estratégia, muitos consumidores – especialmente os autoentusiastas – torcem o nariz para os modelos atuais e sentem saudades dos modelos alinhados com a Europa. Ganharam o apelido jocoso de viúvas da Opel.

As imagens comparativas entre os modelos comercializados por aqui e no Velho Mundo provam que eles têm bons motivos para sentir saudade, apesar de a linha nacional possuir carros bacanas como o Cruze. Confira as linhas Opel e Chevrolet Brasil na galeria abaixo:

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Fim da produção do GM Classic e a mudança das preferências do consumidor

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Seis velhos conhecidos do motorista brasileiro, os quais saíram de linha desde o início de 2014

O dia 1º de janeiro de 2014 marcou o início de um ciclo de grandes mudanças no mercado automotivo brasileiro. A lei que impõe a obrigatoriedade de todos os veículos possuírem airbag duplo e freios antitravamento (ABS) causou o fim da produção de muitos modelos com várias décadas de mercado, como o Fiat Uno Mille, o VW Gol G4 (com plataforma de 1994) e a saudosa Kombi, também da empresa alemã.

 

Esse fenômeno mercadológico divide os consumidores: alguns ficam saudosos de modelos os quais foram donos no passado, enquanto outros comemoram o fim de linha de veículos feios e ultrapassados. E você, acha isso bom ou ruim?

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Turbo ou híbrido, qual o melhor?

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Este mês, foram lançadas as novas gerações do Chevrolet Cruze e Honda Civic, ambos equipados com blocos turbo em todas as versões do modelo americano e na top de linha do japonês, como já relatado no post Novos Cruze e Civic trazem motores turbo. A Volkswagen já trabalha com motores turbo há quase vinte anos, desde os modelos Passat B5 e Golf IV. Por sua vez, a Toyota afirmou que seu best-seller Corolla não será equipado com propulsores sobrealimentados, mas toda sua linha se tornará híbrida, como seu irmão Prius, a partir da próxima geração, a qual estreia em 2020.

Assim, cria-se um dilema para o consumidor. O que vale mais a pena, comprar um modelo turbo ou um híbrido?

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Novos Cruze e Civic com preços acima de R$ 100 mil. Vale pela evolução técnica ou falta bom senso das marcas?

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A nova geração do Cruze tem preços acima de R$ 100 mil nas versões LTZ 2.

Em julho, a Chevrolet coloca à venda a nova geração do Chevrolet Cruze. O modelo anterior sofria pesadas críticas em relação ao desempenho inferior aos concorrentes e alto consumo de combustível do motor Ecotec 1.8 16V de 144 cv e 18,9 kgf.m de torque. O bloco foi substituído pelo moderno 1.4 16V turbo de 153 cv e bons 24,5 kgf.m de binário, entregando um 0 a 100 em cerca de 8 segundos e consumo rodoviário de até 18 km/l com gasolina.

As questões de performance foram sanadas, mas…

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Despedida do Monza (1996) – Peça Publicitária

Em um época de cenário econômico extremamente desafiador como os anos 1980 e início dos 1990, havia poucas opções de carros disponíveis ao consumidor. Como as montadoras ficavam receosas de fazer grandes investimentos, os poucos modelos eram renovados em longos espaços e os lançamentos de novos modelos podiam ser contados nos dedos de uma mão a cada ano.

Um dos veículos mais modernos de sua época foi o Chevrolet Monza. De projeto alemão, feito pela Opel, trouxe modernidade a um segmento cujos concorrentes apresentavam projetos de até trinta anos antes. Revolucionou o mercado e foi líder de vendas até 1986, quando foi desbancado pelo VW Gol.

Continua sendo valorizado no mercado de usados até os dias de hoje, e possui um fã-clube extenso, composto por apaixonados de todas as idades, por todo o Brasil. Em 1993, a GM trouxe o Vectra A, ainda mais avançado, mas que não atingiu vendagem expressiva devido ao alto preço. Ambos conviveram até 1996, ano de lançamento do Vectra B, este com grande êxito no mercado e se mostrou um sucessor à altura do clássico Monza.

Confira o vídeo de despedida do Monza, que deixou saudades:

Gosta de carros antigos? Leia a série em que conto sobre as lembranças automotivas dos anos 80 e 90:

Lembranças automotivas dos anos 80 e 90 – Parte 1

Lembranças automotivas dos anos 80 e 90 – Parte 2

Lembranças automotivas dos anos 80 e 90 – Parte 3

Lembranças automotivas dos anos 80 e 90 – Parte 4

Lembranças automotivas dos anos 80 e 90 – Parte 5

6 itens automotivos hoje valorizados que foram rejeitados no passado

Cores de carros que foram sucesso em décadas passadas

Primeiros comerciais de carros – anos 1950

As propagandas de carros na TV se iniciaram junto com a mesma, nos anos 1950. Esta peça marca os primórdios da publicidade automotiva, cujo foco residia em homens de média e alta renda, a esmagadora maioria dos consumidores da época, conforme os costumes sociais vigentes.

As imagens e narrativas se mostravam demasiadamente técnicas e descritivas, sem grandes malabarismos e efeitos de imagem. Se resumiam a uma breve ficha de características do modelo e as imagens do modelo. Você ficaria convencido a comprar um modelo com uma propaganda como esta? Confira: